Estou particularmente triste.
Estou particularmente cansada.
Estou farta de miúdos e de escola!
Estou farta de más educações e faltas de repeito!
A reunião da infinidade de matérias que me compõe... marcada por um dia especial ou por vários que acrescem ao primeiro ou ao anterior. Apelando muitas vezes às alegorias que idealizo, encontro um contínuo de metamorfoses que definem aquilo a que dou existência.
25 outubro 2006
24 outubro 2006
Dia das Nações Unidas
Tal como dizia o poeta: O melhor do mundo são as crianças, os brinquedos e as danças! (João de Deus)
E, sendo uma das mais importantes convenções das Nações Unidas a dos Direitos das Crianças, aqui estão eles, numa lógica infantil para poder ser percepcionada por todos!
Há que as pôr em prática, porque depois dos terrores a que se assistem diariamente, o melhor é tentar ser consciencioso e dar valor aos seres mais bonitos, que um dia serão os nossos adultos!

1 - A criança deve ter condições para desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente com liberdade e dignidade.
2- A criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, desde o seu nascimento.
3- A criança tem direito à alimentação, lazer, moradia e serviços médicos adequados.
4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.
5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.
6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.
7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber proteção e socorro.
8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.
9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial, religiosa, ou de qualquer índole.
10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.
17 outubro 2006
Cidadania
Todos dão palpite, mas ninguém consegue chegar a um consenso, sobretudo no que respeita às crianças pequenas.
Aulas?!
Que dinâmicas e que técnicas?
Ninguém está preparado para uma tamanha utopia.
Vivemos num país sem rei nem roque e todos se tentam salvar da melhor maneira.
Cada vez mais concluo que anda tudo às aranhas.
O dinheiro não estica.
O trabalho não existe.
O desemprego é cada vez maior.
E a insatisfação nos postos de trabalho também.
Para onde caminhamos nós?
E ainda vêm falar de cidadania para as crianças!!!
Aulas?!
Que dinâmicas e que técnicas?
Ninguém está preparado para uma tamanha utopia.
Vivemos num país sem rei nem roque e todos se tentam salvar da melhor maneira.
Cada vez mais concluo que anda tudo às aranhas.
O dinheiro não estica.
O trabalho não existe.
O desemprego é cada vez maior.
E a insatisfação nos postos de trabalho também.
Para onde caminhamos nós?
E ainda vêm falar de cidadania para as crianças!!!
05 outubro 2006
Peculiarmente
estou em casa sozinha!
Saiste hoje de manhã e não voltaste a casa. Regressas apenas daqui três dias. E quão estranho é saber que não estás aqui...
Sinto-me em casa, como se fosse uma parte minha, uma parte de mim mesma. Mas o facto de não estares aqui deixa-me indefinida. Apetecia-me voar... Apetecia-me sair, mas sinto-me colada ao chão... Apetecia-me o teu colo, mas estás longe...
Ainda bem que foste. Acredito que estivesses a precisar de sair daqui... Mas é tão estranho voltar a estar sozinha, num espaço que (parece que não) é meu!!!
O nó na garganta voltou a aparecer... É esquisito!
O telefone voltou a não tocar... É estranho!
As paredes não me contam histórias... É pena!
Não sei se vá ou se fique.
Só sei que estou peculiarmente sozinha. Outra vez!
Saiste hoje de manhã e não voltaste a casa. Regressas apenas daqui três dias. E quão estranho é saber que não estás aqui...
Sinto-me em casa, como se fosse uma parte minha, uma parte de mim mesma. Mas o facto de não estares aqui deixa-me indefinida. Apetecia-me voar... Apetecia-me sair, mas sinto-me colada ao chão... Apetecia-me o teu colo, mas estás longe...
Ainda bem que foste. Acredito que estivesses a precisar de sair daqui... Mas é tão estranho voltar a estar sozinha, num espaço que (parece que não) é meu!!!
O nó na garganta voltou a aparecer... É esquisito!
O telefone voltou a não tocar... É estranho!
As paredes não me contam histórias... É pena!
Não sei se vá ou se fique.
Só sei que estou peculiarmente sozinha. Outra vez!
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